Ponte Itaparica – Salvador

Ponte Itaparica – Salvador

 

 

A Construção da Ponte Itaparica-Salvador, é uma idéia já arquivada ?

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38 Comments

  1. eduardo 2 years ago

    Senhores.., eis uma questão difícil.
    Bem, mas vamos lá. Começarei dizendo que : ” Uma ponte á apenas uma ponte”. Por mais absurda que esta afirmação seja ela representa o discusso falsa muito utilizado pelos “desenvolvimentistas tupiniquins”. Por outro lado,a ilha não deve ser um haiti onde os naturalistas de classe média gostam de passar o verão cercado de mazelas sociais. No entanto,há um grande problema na argumentação dos que defendem a ponte como tábua de salvação, é o fato de que, coloca-se a ponte Salvador-Itaparica ( que cedo ou tarde, dentro da maldade do capital,irá vingar) como se a mesma fora à Salvação para a superpopulação de Salvador, e não como algo viável para a ilha. O meu temor maior está resumida nessa afirmação:” Colocar uma obra de arte nas mãos de políticos forasteiros, realmente me comove”. Pois queiramos ou não, a nossa visão de povo é de segunda classe.

  2. emanuelly 2 years ago

    A ponte deve ser construída sim, a Bahia nao pode ficar nesse atraso que se encontra hoje.
    Se o governo cortasse os gastos com com a maioria do povo baiano que moram em regioes até próximas de salvador como é o caso de valença essa ponte ja estaria feita, moro em valença e admito que aqui “ninguém” quer desenvolvimento porque preferem viver a custa do dinheiro que recebem todo mês do governo sao tantos auxílios que a maioria ficam curtindo a vida boa em vez de procurar algo para desenvolverem, é inacreditável vc passar dia 20 em frente uma loteria e ver a quantidade de pessoas esperando para pegar o beneficio. Sao todos bois manipulados a custa de “pão e circo” ridiculamente ditos como nativos ou (chucros) isso que o governo da bahia faz com o seu povo dá o peixe em vez da vara, sem contar que a maioria nem sabe ler mas explorar turistas eles tiram de letra.
    Falei demais mas essa é uma das realidades aqui na bahia como dizemos a “bahia é muito mais” rsrs
    Espero muito a ponte ligando SSA-Itaparica
    um abraço

  3. Nelson 3 years ago

    A ponte de Nova York (EUA), é àquela que nós sempre ver nos filmes, liga o Brooklyn com Manhattan, ela possui 2 andares: 1º possui ciclovias, pistas de pedestres e passa até o trém; enquanto no 2º passa os demais veículos.
    Salvador é considerada nacionalmente como a “cidade dois andares”, e por que essa ponte também não vem fazer jus ao carinhoso apelido da nossa Salvador? A ponte Salvador-Itaparica já surge com 2 andares:
    1º – (andar de baixo): ciclovias, trilhos do VLT e as vias do BRT (tudo com ida e volta);
    2º – (andar de cima): pistas expressas dos demais carros, inclusive uma faixa exclusiva só para os grandes carros, afim desses não atrapalharem o fluxo dos automóveis;
    É imprescindível que já pensamos no trânsito de Salvador pós-2013 em diante, principalmente já que no ano seguinte teremos no ano seguinte a Copa, a população e o nº de veículos tende a aumentar. É temos que pensar nisso também. O monotrilho é o melhor moldal de transporte circulando dentro de Salvador, interligando os pontos turísticos da cidade com a rodoviária, o porto, o aeroporto, hospitais e com o Arena Fonte Nova…

  4. marianne 3 years ago

    Mmelhor dizendo, ACM!!!!! nunca pensei que fosse ter saudade do cabeça branca mas o pt ROUBA E NÃO FAZ! vai tudo pro caiza 2 do partido! a prefeitura de Vera Cruz tá APARELHADA!!!!!!!!!!!!!!!!!! só tem pit bull do prefeito!!!!!!!!!!!!!!!!! FORA VERMELHOS, FORA COMUNAS. Itaparica não é Cuba!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. marianne 3 years ago

    AM FEZ TODAS ASAVENIDAS DE VALE DE SALVADOR. VOTEI NO PT E ME ARREPENDI!

  6. marianne 3 years ago

    a ilha tá parecendo mais cuba! predfeito do pt, vermelho em todo canto, e desorganização tota!. quem desce em bom despacho vê lixo, cães leprosos, mulheres barrigudas, crianças catarrentas. no haiti depois do terremoto deve ser melhor. o prefeito é um incompetente que não consegue nem tapar buracos e recolher lixo. a ilha vai virandio um favelão na cara desse petista! e a invasão da “resistência camponesa”, um grupo violento de inspiração maoísta, tem prazer em pelar encostas e vales. a ilha precisa d euma revolução capitalista! que venha a ponte. FORA PT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  7. PEDRO SIMÕES 3 years ago

    O escritor João Ubaldo ficou a deriva no Ivete Sangalo? Kakakakaka. Agora ele quer a ponte. Estava com mêdo de ter que voltar para a Ilha a nado? Kakakakaka. Estes ferrys ficam a deriva toda hora, até afundar!!!!!!!!!!!!!!

  8. MARCELO BEZERRRA 3 years ago

    Se a ponte sair do papel, vou morar na Ilha de Itaparica. Vou sair desta Salvador que já não tem para onde crescer e vou beber água de coco emValença, na praia de Guaibim. Só quem não quer que esta ponte saia são os “gringos”, donos do ferry-boat (TWB) que “mamam”, estão ricos graças ao péssimo serviço que nos oferece e que pagamos carissmo. Que venha a ponte e pagarei quanto for de pedágio que ainda estará ótimo e não vou me estressar como me estresso com estas sucatas flutuantes. VIVA ITAPARICA!!!

  9. Franklin 3 years ago

    Uma ponte talvez seria a solução, pois a ilha já virou uma terra sem lei, mas pelo que eu venho acompanhando do andamento de obras executadas neste estado, como o metrô e outras obras mais, a construção dessa ponte deverá custar bilhões de reais e durar uma eternidade por conta de desentendimento do governo com orgãos como Ibama e outros mais, sem contar com a desaprovação das contas pelo TCU. Daí talvez quem sabe nossos netos possam vê-la em funcionamento. E ainda tem o problema das vias de acesso à ponte. Salvador é uma cidade mal planejada e com vias estreitas. Se não houver um planejamento essa ponte vai acabar criando um caos na cidade.

  10. Pedro Calmon 3 years ago

    O melhor projeto para construção da ponte é pela Ribeira, por ser mais raso e com menos ventos, ligando com avenida suburbana e um viaduto ligando o largo do tanque à avenida Suburbana e posterior ligando com a BR via Marechal Rondon. Alem do mais tem todo o charme e beleza.

  11. Dário Moreira 3 years ago

    Meus caros blogueiros e sr governador Jaques Wagner

    quanto a esse projeto que o governo da Bahia quer implementar, não acho a melhor saída para o estado.Outras vias de acesso a esses pontos mais remotos do baixo sul da Bahia podem ser construídos com melhor custo benefício, ou seja, de modo economicamente mais víável. Esse projeto não foi verdadeiramente discutido com a sociede bahiana, portanto não é democraticamente légitimo. A verdadeira verdade é que o governador Jaques Wagner está se deixando levar pelo lobby dos contrutores de prédios, os mesmos criminosos ambientais que destruiram o verde da Av Paralela e a paisagem natrural da orla de Salvador em coluio com prefeito João Hinrique. Agora esses mesmos construtores gananciosos estão de olho grande na Ilha de Itaparica que será a próxima área a ser invadida por eles . Esses construtores de prédio não têm escrúpulos e só querem aumentar as suas fortunas e esbanjar os seus carrões importados comprados às custas da destruição ambiental e dos transtornos que causam para a cidade com a construção desses espigões já totalmente fora de moda em outras partes do mundo como sinal de desenvolvimento. O verdadeiro desenvolvimento hoje entendido por boa parte da humanidade civilizada, inclusive muitos cientistas, são projetos que usam a boa engenharia (o que não é praticado em Salvador e na Bahia) para integrar o homem ao meio ambiente agredindo o mínimo possível a natureza. A Ilha de Itaparica ficou conhecida mundo a fora e pelos turistas devido a sua beleza natural esta sim uma riqueza que deve ser respeitada e preservada pelo governo. O turista que vai para Itaparica vai buscar sossego na paisagem natural daquele lugar isto é um bem é um valor que gera dinheiro e ao mesmo tempo bem estar.O governo tem a obrigação de preservar esse valor reforçando o turismo ambiental muito que é muito menos danoso.

    Sr. governador Jaques Wagner se o senhor é um verdadeiro democrata não faça como o prefeito João Henrique que alterou totalmente a paisagem natural de Salvador para atender aos donos da construção civil e corretoras de imóveis, causando danos imrreparáveis e aumentando os transtornos para a maioria da população de Salvador. Sr governadoir antes de açodadamente implementar este projeto o coloque em discussão com toda a população baiana dos municípios envolvidos, coloque -os para opinar juntamente com os cientistas (biólogos, geógrafos,geólogos meteorologistas, urbanistas, cientistas socias etc), Antes de implementar o projeto poderia se discutir os impactos em todos os seus aspectos, analisar os custos benefícios para a população dos municípios envolvidos e criar leis de ordenamento do solo e proteção ambiental como por exemplo alterar as constituições municipais para impedir a construção de prédios por pelo menos 50 anos Caro governador se o senhor é um verdadeiro democrata ouça mais antes de decidir, amplie a discussão para toda a sociedde, não ouça apenas os donos de construtoras, pois eles só querem aumentar as suas fortunas destruindo uma das coisas mais belas que Bahia ainda possui :a sua paisagem natural .
    A bem intencionada população deste estado agradece.

  12. Miguel Bastos 3 years ago

    Entendo que a ponte Salvador-Itaparica trará inúmeros benefícios para toda a região. É uma obra importante que ligará a região sul da Bahia com Salvador, possibilitando o desenvolvimento da região em diversos vetores, seja social, econômico, emprego, saúde, educação, turismo e tantos outros.
    Observando pela óptica de Salvador, a ponte incentivará a revitalização de toda cidade baixa, Ribeira, Comércio, Centro Histórico, Bonfim, Barra, etc. Hoje o governo faz grande esforço, com orçamento público para manter vitalizados esses bairros. A ponte atrairá a iniciativa privada a investir e manter essas bairros tão importantes, sobretudo para o turismo de Salvador. Salvador é uma ponta do continente, que envelhece a cada dia e precisa de atrativos novos para atrair novos investimentos significativos e continuar sua importante trajetória no cenário nacional.
    Na óptica da Ilha de Itaparica, apesar de próxima, linda e encantadora, abandonada e inviável. A ponte permitirá serviços dígnos à sua população. Trabalho, esperança, empregos, sáude e educação. A Bahia ganhará com o novo setor de turismo da Ilha. Temos a maior e mais bela baia brasileira, abandonada, sob o discurso de românticos, que se dizem apaixonados pela Ilha, porém questionáveis são seus pontos de vistas com a verdadeira realidade das pessoas que moram e vivem hoje na Ilha de Itaparica.
    Na óptica das cidades do entorno, sul da Bahia, não há como questionar o quanto será importante para o setor produtivo e demais pela sua aproximação com o centro econômico concentrado em Salvador.
    Enfim, que a Bahia cresça e tenha a oportunidade de desenvolver-se melhor.

  13. pedro 3 years ago

    GENTE, VAMOS APLAUDIR O PROGRESSO ….SE ESSA PONTE NÃO FOR FEITA EM NOSSA GERAÇÃO SERÁ NAS PROXIMAS…VAMOS ANTECIPAR A FELICIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  14. ediloo 3 years ago

    isso vai ser bom de mas vamos acabar com esse feri doido

  15. Semente Profunda 4 years ago

    A ponte é uma necessidade. Somente o encurtamento no transito to trafego norte-sul brasileiro seria suficientemente para pagar pelo projeto. Observem que a Odebrecht possui um orçamento anual na ordem de 45bi, esta ponte custaria 1,5bi, com atrasos 3,0bi. Um valor bem dentro do seu orçamento. Adicionamente a Oderbrecht vem comprando terrenos na ilha, permitindo que ela tenha um menor preço para o projeto, sendo a única que terá ganhos imobiliários significativos. E principalmente os CEOs da empresa negam a possibilidade de construção da ponte, mantendo os preços de terrenos na ilhas baixos, permitindo mais compras e evitando a organização de empresas rivais. Nada como uma boa conspiração!

  16. JOSE FERREIRA 4 years ago

    a ponte de itaparica é bom, más aqui em barreiras, Ba. as carretas ainda passa pelo meio da cidade causado transtornos e o aeroporto da cidade não comporta mais para as nossas necessidades…….

  17. Carmen Luzia 4 years ago

    Vcs ñ sabem o que é o progresso!
    É muito bom politicamente, hoje vcs querem, acham ótimo! O amanhã vcs vão
    se lamentar, pois eram felizes e ñ sabiam.
    O progresso traz muita destruição para qualquer lugar, infelizmente, pois o progresso traz muitos especuladores, principalmente no meio politico.
    Briguem, se unam, peçam providência as autoridades cabíveis mas façam tudo
    p ñ realizarem essa barbaridade com este pedaço de paraiso(mesmo sujo).
    Quem viver verá. Um abraço!!!

  18. conceiçao duarte 4 years ago

    Seria a melhor forma de resolver o problema. Alem de valorizar a ILHA, facilitaria a vida das pessoas que moram lá e das que moram nas cidades do reconcavo. Pois a BR que liga a capital, está cada dia mais intrasitável, com a construção da ponte acredito que descongestionaria a saida e entrada ´para SALVADOR. Sem contar na alta tempora que vira um verdadeiro sufoco. Basta haver interesse do GOVERNO!!!

  19. Márcio Mascarenhas 4 years ago

    Tenho 37 anos e vou à Ilha de Itaparica desde os 6 meses de idade, sobretudo à cidade homônina e a Ponta de Areia. Sou antropólogo e um “itaparicano” de coração. Tenho tentado acompanhar toda essa discussão em torno da construção da Ponte SSA-Itaparica (ou vice-versa). Alguns comentários parecem “românticos”, de um lado, e outros quase “salvacionistas”, de outro, e, nesse gradiente, pululam diversas outras facetas de opiniões. Infelizmente poucas parecem reunir um debate público, consistente, oportuno, eficaz e eficiente, o que poderia ser viabilizado com Audiências Públicas, Seminários e outros similares. Poderiam, também, ser viabilizados estudos sérios em diversas áreas de conhecimento: ambiental, social, cultural, além de engenharia, etc, mas que tivessem o devido controle social e a necessária participação cidadã da sociedade civil e do nosso povo (Itaparicano ou não). Infelizmente, no Brasil, a história tem-nos mostrado que isso pouco interessa a determinadas elites, e, quando se apresenta (às vezes por força de Lei ou de “satisfação à sociedade/mídia”) travestido de debate público, já vem sodomizada e maqueada para fins previamente traçados (pela mesma elite econômica e política que nos assalta desde sempre). A meu ver a grande questão é: construir uma Ponte para quê ? Para deitar segurança em Itaparica, para revitalizer-lhe o meio ambiente, para promover educação e cidadania, para gerar empregos sustentáveis aos jovens, para dar oportunidade de qualidade de vida aos ilhéus ? Qual a concepçao de turismo que se tem e que se quer para essa Ilha ? Porque esse torrão passou de paraíso (inclusive da burguesia baiana) à degradação que se verifica in loco ? Com certeza não foi por intenção de seus moradores e admiradores. Eis, aí, o que, a meu ver, avulta: a intencionalidade de todos os envolvidos ou interessados: construir ou não construir a Ponte pode estar subtraindo não apenas o devido debate cidadão, mas, também, as verdadeiras motivações, contra ou a favor, para tal engenho. Nesse caso, pode estar subtraindo, ainda, a memória, a história, a cultura e principalmente a possibilidade de, com tal fato, reconstruirmos uma ponte entre passado e presente, projecionando para o futuro a redenção de um projeto político com participaçaõ popular e que leve a essa Ilha, e se lhe devolva também, o que lhe foi tomado a muito: sua dignidade e seu lugar na cultura e na história do povo brasileiro.

  20. Ricardo Japiassu 4 years ago

    A PONTE SALVADOR(a)ITAPARICA
    O elo ausente na trama do desenvolvimento regional

    Na qualidade de cidadão natural de Salvador e munícipe de Vera Cruz/Ba vou me permitir equacionar algumas poucas questões trazidas pela tardia e desassombrada decisão das macropolíticas oficiais do Governo do Estado da Bahia: a construção da ponte sobre a Baía de Todos os Santos interligando Salvador à ilha de Itaparica, ao Recôncavo e ao Baixo Sul baiano.

    Sem a pretensão de ser “dono da verdade” nem de elaborar um parecer de especialista em manejo e/ou mapeamento ecológico-econômico da Baía de Todos os Santos vou abordar apenas alguns aspectos do impacto da construção da ponte Salvador(a)Itaparica na “aceleração” ou “apressamento” do processo de crescimento econômico, social e cultural da Bahia, e do Brasil, externando algumas preocupações com a repercussão deste empreendimento sobre o meio ambiente e socioeconômico na perspectiva crítica mas cívica dos direitos e deveres da cidadania em defesa da “sustentabilidade” do desenvolvimento regional.

    Considerando a promessa de construção da ponte Salvador(a)Itaparica não apenas uma “bravata” eleitoreira para tomada de poder para a gestão do estado da Bahia, penso ser necessário opinar sobre este megaempreendimento – que fascina, assusta e afeta todos nós. Devo começar destacando pontos “positivos” da iniciativa – que implicarão vários giros vertiginosos em espiral ascendente criando oportunidades concretas de trabalho, emprego, crescimento econômico e cultural do/no estado:

    (1) Beneficio e redução dos custos enredados na logística necessária ao escoamento da produção pesqueira e agro-industrial de todo o Recôncavo e Baixo Sul baiano e do fluxo de produtos do parque industrial e petroquímico oriundos da Região Metropolitana de Salvador;

    (2) Incontáveis oportunidades de bens e serviços relacionados à construção civil, ao comércio em geral e ao turismo em particular bem como atração de investimentos imobiliários nas áreas liberadas para urbanização que serão provavelmente integradas à Região Metropolitana de Salvador – sem prejuízo das APAs que circunscrevem reservas indígenas, quilombolas, ambientalistas, oceanográficas, de mata atlântica, manguezais, corais, fauna e flora nativas, estâncias hidrominerais da ilha de Itaparica, Recôncavo e Baixo Sul baiano;

    (3) Criação de condições otimizadas para implantação de campi avançados (cidades universitárias) de organizações particulares e sobretudo públicas (federais e estaduais) de educação superior e técnica na ilha de Itaparica particularmente das vocacionadas para as ciências médicas, da natureza e da terra, humanas, esporte, comunicações e artes;

    (4) Possibilidade de requalificação do aeroclube (Clube de paraquedismo de Vera Cruz) convertendo-o em campo de pouso de apoio ao aeroporto internacional Luiz Eduardo Magalhães de Salvador;

    (5) Atração de investimentos para a implantação de uma rede de assistência à saúde através de centros destinados à diversas terapias para o corpo e a mente paralelamente ao incremento à produção da indústria do esporte-lazer-turismo e da circulação de bens artísticos e culturais;

    (6) Duplicação e privatização da Rodovia BA 001 no trecho entre a “ponte do funil” até o pedágio que dará acesso à travessia no sentido Itaparica-Salvador; criação de estações de transbordo para ônibus interligando localidades da ilha a terminais urbanos de Salvador permitindo transporte coletivo ágil e de grande capacidade para atender à demanda de movimentação da população particularmente de trabalhadores, com rápida ligação entre Recôncavo e Baixo Sul à capital do estado.

    Elencados alguns pontos “positivos” ou “benefícios” será útil desdobrá-los em seus contrários “negativos” sinalizando os “custos” humanos e sócio-ambientais para que sejam pensadas desde já políticas compensatórias e reparadoras dos prejuízos ecológicos e humanos gerados pelo empreendimento e seu “rápido” ciclo de crescimento – para que este venha a se tornar mais longo em sua duração de modo a converter-se em desenvolvimento cultural sustentável:

    (1) A ponte atrairá um forte aporte de capital e com isso agilizará o processo atualmente em curso de concentração de terras e renda nos municípios localizados na ilha de Itaparica, Recôncavo e Baixo Sul baiano;

    (2) A maioria da população insular, do Recôncavo e Baixo Sul baiano possui baixíssima ou nenhuma escolaridade e sobrevive da pesca artesanal, da coleta de mariscos e de uma tímida agricultura familiar pulverizada em pequenas glebas que serão “violentamente” substituídas por grandes propriedades necessárias à instalação da infra-estrutura solicitada pelo empreendimento cujos PODEROSOS INVESTIDORES OBTERÃO PREVISIVELMENTE APOIO DO GOVERNO DO ESTADO;

    (3) Os pequenos proprietários, agricultores familiares, comerciantes, pescadores e coletores de marisco, por não possuírem a qualificação profissional nem os meios de produção exigidos pela COMPETITIVIDADE do “novo” mercado de trabalho serão “convidados” ao êxodo e devem se concentrar em bolsões de pobreza periféricos às emergentes concentrações urbanas na ilha, Recôncavo, Baixo Sul e região metropolitana de Salvador;

    (4) Ocorrerá um significativo AUMENTO DA POPULAÇÃO RESIDENTE NA ILHA com ocupação laboral na região metropolitana de Salvador bem como a chegada de “novos baianos” (migrantes horizontais) atraídos pela promessa de oportunidades de trabalho, emprego e renda que produzirão mais lixo, mais conflitos sociais e culturais;

    (5) A PRODUÇÃO DE LIXO, poluição, prostituição, abuso de drogas, trânsito de pedestres, tráfego de veículos, ócio, delitos, criminalidade e violência urbana serão incrementados o que desencadeará a demanda crescente por segurança pública, serviços de assistência à saúde física e mental, amparo social, educação continuada (escolarização) e transporte público de massa;

    (6) A construção da ponte exigirá INVESTIMENTOS MUNICIPAIS URGENTES em transporte público de massa (ônibus com linhas e horários regulares interligando as várias localidades da ilha à sede do Poder Municipal em Mar Grande e aos terminais rodoviários para o acesso à travessia marítima pela ponte e sistema ferry-boat em Bom Despacho); iluminação pública ao longo da rodovia BA 001 e nas ruas perpendiculares que dão acesso aos vários loteamentos da ilha; serviços para coleta de lixo; rede de saneamento básico (esgotamento sanitário), pavimentação, sinalização padronizada de ruas, praças e numeração seqüenciada de imóveis (ordenamento do solo urbano); construção de plataformas e passarelas de embarque/desembarque no terminal aquaviário de Mar Grande com infraestrutura portuária que permita o fluxo regular entre a ilha e Salvador nas ocasiões de ocorrência de maré baixa (ausência de um acesso flutuante até o ponto onde se localiza o farol na fenda entre os arrecifes); recebimento residêncial de correspondência enviada por correio regular entre outras.

    Destacadas aqui as contradições acima emerge a necessidade de ser formulada uma síntese para resolvê-las. Não se tem a pretensão com este texto de encontrar a resposta correta, mas antes destacar a importância da urgente busca de solução do problema. Os “custos” humanos e ambientais do empreendimento solicitarão várias políticas públicas municipais e do Governo estadual em PARCERIA COM A INICIATIVA PRIVADA de natureza não assistencialista e compensatória para manter o equilíbrio ecológico, socioeconômico e educativo tendo em vista a melhoria da qualidade de vida das populações “nativas” e de migrantes não-qualificados bem como sua “inclusão” produtiva no “novo” mercado de trabalho que a ponte incrementará. É preciso começar a pensar nisso desde já! Forjar o elo ausente na trama do desenvolvimento regional de modo indefectível pressupõe (co)laborar uma SÍNTESE para “resolver” os vários conflitos típicos dos processos de transformação cultural.

    Vera Cruz/BA, 27 de março de 2010.
    Ricardo Ottoni Vaz Japiassu
    Aposentado decano professor titular da UNEB XV
    Doutor em Educação e Psicologia pela Faculdade de Educação da USP
    Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP
    Licenciado e Bacharel em Teatro pela Escola de Teatro da UFBa
    OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO CULTURAL

  21. Ricardo Japiassu 4 years ago

    PALMAS PARA O NOVÍSSIMO TEATRO BAIANO!

    Uma vez, nada mais será um espetáculo inesquecível para todos que compareceram à Sala do Coro do TCA no sábado de Aleluia. Uma pérola lentamente lapidada por mulheres de teatro enredadas pelo sincero engajamento em um empreedimento cênico ousado, perseverante e bem sucedido, aninhado há dezoito anos atrás (1990) sob a copa da frondosa e produtiva árvore plantada pela UFBa – que é como se vê a Escola de Teatro e sua pós-graduação em Artes Cênicas, hoje.

    O espetáculo é a “publicação” em linguagem teatral da pesquisa das atrizes Aicha Marques e Maria Menezes orientadas pela professora, atriz e encendora Hebe Alves. A partir de estudos dos registros de atuações teatrais para o cinematógrafo – quando ainda não era possível adicionar áudio nem cores às imagens – as atrizes conseguem construir uma “escrita cênica” única, jamais vista nos palcos do planeta!

    Tomando por base “variações de ritmo e outras qualidades de movimento” do “cinema mudo” bem como valendo-se de recursos narrativos próprios da linguagem áudio-visual foi possível alcançar uma sofisticada sintaxe cênica redimensionando e empoderando a semântica da linguagem teatral. Como adverte Hebe “não é cinema. É teatro”. Nós todos acrescentaríamos: Teatro de excelente qualidade Aisha, Hebe e Maria! Isso é indiscutível.

    A peça é um bem de consumo raro de se encontrar nas prateleiras dos supermercados culturais da contemporaneidade no qual obras de arte findam por render-se, sem resistência, ao fetichismo mercantilista abdicando voluntariamente da sua autonomia. Uma lu- minosidade límpida e fascinante em meio ao apagão de idéias claras e contagiantes da pós-modernidade.

    Um fenômeno que precisa ser registrado não apenas pela sensibilidade dos que poderão comparecer à celebração teatral de “corpo presente”. Urge portanto a necessidade de serem capturados os efeitos sobre a percepção e os sentidos que o espetáculo concretiza em seus fruidores permitindo a captura e fixação da sua instantaneidade, como ocorre na “recordação estimulada” utilizada por psicólogos e pedagogos a partir do áudio-vídeo registro de vivências únicas objetivando a reflexão do sujeito após suas interações sociais.

    A transcrição da linguagem teatral para a linguagem áudio-visual (incapaz de substituir a sinestesia ou natureza “presencial” do fenômeno cênico) talvez seja o melhor meio de alcançar os enunciados não-verbais concretizados pelo método instrumento-e-resultado (processo-produto) ou pesquisa-ação dessas jovens mulheres de teatro pesquisadoras da performance na atuação teatral. Uma contribuição estética às artes cênicas, sem precedentes.

    As imagens das atrizes em ação dirão sem dúvida mais que qualquer palavra dita ou escrita sobre sobre sua impecável atuação mas não substituirão o poder da linguagem teatral vivenciada presencialmente durante a ocorrência do espetáculo; não substituirão jamais o prazer estético de acompanhar instantaneamente a comunicação cênica “fenomenal”.

    Impressionante o condicionamento físico das atrizes ao longo dos 60 minutos de espetáculo. Algo só comparável ao desempenho de atletas em esportes de alta performance. Merece destacar aqui o rigor técnico minimalista de Aisha Marques e a atuação crítica sempre bem-humorada de Maria Menezes; também a direção atenta e experiente de Hebe que consegue alcançar o equilíbrio com uma abordagem “chapliniana” ou cômica à trágica condição humana, particularmente das mulheres e de seus sonhos na sociedade de consumo “falocêntrica”. Um luxo. Parabéns Teatro Baiano!

    Fica o apelo para que a indústria cultural e o mecenato abriguem, alimentem e preservem a memória material e imaterial deste acontecimento único do teatro brasileiro na contemporaneidade. Um espetáculo que seguramente fascinará a Broadway-Hollywood, a Globo-Brasil, a Europa, o Japão, as Áfricas, as Américas e todos os cinéfilos do planeta; e causará grande admiração por parte de estudiosos contemporâneos da espetacularidade extra-cotidiana como Peter Brook, Eugênio Barba e também das pessoas comuns.

    Pode-se dizer que o espetáculo é um aparte inserido no discurso populista vulgar opressor e monótono em favor da sobrevalorização de práticas artísticas ingênuas. Não existem culturas superiores ou inferiores. Existem culturas diferentes. Só a diversidade de práticas culturais permite a degustação do “biscoito fino” produzido artesanalmente pelas “meninas” da Bahia. Que possamos apreciar iniciativas como estas não apenas uma vez mas SEMPRE!

    Salvador/BA, 03 de abril de 2010. Páscoa/Sábado de Aleluia.
    Ricardo Ottoni Vaz Japiassu
    Aposentado decano professor titular da UNEB XV
    Doutor em Educação e Psicologia pela Faculdade de Educação da USP
    Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP
    Licenciado e Bacharel em Teatro pela Escola de Teatro da UFBa
    OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO CULTURAL

  22. CARLOS LINS 4 years ago

    Quem conhece Vila Velha e Vitória do Espírito Santo? A cidade de Vitória, antiga igualmente a Salvador, desafogou o trânsito e as construções da casas e edifícios graças a ponte ligando a capital do estado Vitória a maravilhosa Vila Velha com prais belas e que lié ligada ao sul como a famosa praia de Guaraparí. Assim é Bahia, com a nossa velha e maravilhosa Salvador, engarrafada e abarrotada de construções, que nem mais para o litoral norte tem condições, com a cidade de Lauro Freitas totalmente congestionada e superpovoada. Com a construção da ponte Salvador-Bom Despacho, a Ilha de Itaparica se tornará uma Vila Velha, com prais belas que tem, e que poderá ser explorada em construções, melhorando a renda da Prefeitura de Vera Cruz e tendo uma boa estrutura, pois surgirão novos hospitais, escolas, faculdades, etc., e que liga a belas cidades turísticas como Valença, Camamú, Itacaré, entre outras. Será o progresso da Bahia.

  23. Walber 4 years ago

    Bom, eu acredito que essa ponte vai melhorar e muito a vida daquelas pessoas que moram na ilha. Muitos falam dos turistas, mas eu acredito que primeiro devemos ver os beneficios que os nativos terão.
    Quem é contra essa obra são apenas os veranistas, escravocratas que ainda exploram os seus moradores, a ilha a muito tempo ta destruida. Para vermos qual tanto é a loucura, alguem me explica por que a ilha tem duas prefeituras??? Pq eu tenho a resposta: Para nada. A ilha é suja, violenta, mau iluminada, esburacada, ruas sem pavimentação e para se ter um atendimento de Urgencia o infermo tem que aguarda mais de 50 minutos dentro de navios velhos e sujos e por isso devemos nos unir, os moradores da ilha, e apoiar a iniciativa do governo, mas devemos fiscalizar.
    Chega de sermos omissos.

  24. DENISON 4 years ago

    Todos voces contrários a construçao da ponte são PROFETAS do atraso
    meu DEUS nao da para acreditar que voces sao verdadeiros baianos….se
    voces fossem cariocas ou paulistas eu até poderia entender . porquê
    qual o paulista ou carioca que quer o desenvolvimento da BAHIA ou
    do nordeste e seu povo.

  25. Edson Florencio 4 years ago

    Essas pessoas que estão contra a construção da ponte, nem de longe sabem o que é ter de acordar no meio da madrugada para atravessar a baía de todos os santos para trabalhar em Salvador.Concerteza não sabem,ou então não estariam contra. O governo federal tem mais é que construir mesmo, até porque a Bahia é muito atrasada em termos de grandes obras.

  26. ZÉU BARBOSA 4 years ago

    A SOCIEDADE ATUAL NÃO ADMITE MAIS AÇÕES ISOLADAS
    SEUS DIVERSOS ATORES QUEREM PARTICIPAR

    Sabe-se que a “ponte” mudará substancial e essencialmente a vida na Ilha de Itaparica, mas que “ela” venha com tudo o que há de necessário para a sua implantação, senão vejamos alguns pontos:

    1) Licitações Federais para apresentação de projetos de estudos de impactos ambientais e sociais em todas as suas dimensões;

    2) Licitações para apresentação de projetos arquitetônicos da “ponte” e dos entornos das cabeceiras;

    3) Licitações para apresentação de projetos executivos respectivos;

    4) Consulta popular (enquete);

    5) Programas de educação específicos para preparar a população para receber tudo o que advirá com a “ponte”, seja para compreender a avalanche (progresso) inevitável, seja para ser qualificada para sobreviver na avalanche do real mundo capitalista. Pelo contrário, as pessoas que daqui tiram seu sustento, serão atropeladas pelos técnicos e pelos oportunistas. É claro que precisamos de técnicos, mas se nos derem tempo para qualificar nossos jovens e eles próprios trabalharem conosco imbuídos do espírito do Desenvolvimento Sustentável e Sustentado, ao invés de um meteórico (passageiro) crescimento, certamente a Ilha de Itaparica dará um magnífico salto em direção a um Destino Turístico respeitadíssimo, em nível mundial.

    Precisamos nos lembrar, sempre, que os bens naturais (praias, águas mornas e tranquilas, ar puro, faunas e floras marinha e terrestre, clima, relevo…) que compõem o cenário da Ilha de Itaparica não são produtos das nossas mãos, mas poderão ser destruídos, num piscar de olhos, pela nossa inércia ou omissão.

    Também quero a “ponte”, mas que “ela” venha com a certeza da produção e distribuição justa de bens e consumo, além da manutenção da qualidade de vida; enfim, que as próximas e próximas e próximas gerações não sejam afetadas negativamente por um “projeto” que vai resolver o problema de escoamento do trânsito da Grande Salvador em detrimento (possivelmente) do nosso Habitat. Para finalizar e ilustrar: as praias, as águas, o ar e o povo já não são os mesmos em Morro de São Paulo e em Porto Seguro, haja vista a invasão que sofreram aqueles destinos, tidos, um dia, como paraísos.

    Consubstanciando a presente argumentação, Dávio Júnior faz a seguinte observação:

    “Ressalte-se que o grande perigo do século XXI é a aceitação passiva, pela população, de conceitos elaborados sem a reflexão necessária, cujos temas são explorados por organizações que procuram dominar a política… A manipulação das massas por parte da mídia (…) também é outro perigo que deve ser combatido e investigado.” (Dávio Antônio Prado Zarzana Júnior – Mestrando em Direito das Relações Sociais pela PUC/SP, Pós-Graduado em Direito Processual Civil pela PUC/SP, Bacharel em Direito pela PUC/SP em 1995. Membro da AASP). vide Jus Navigandi in web.

    Os oportunistas já começaram a mostrar suas garras. Recentemente, uma empresa de transporte marítimo apresentou à associação que faz a travessia Mar Grande-salvador, proposta de compra das linhas de transporte marítimo de passageiros. É assim que a coisa funciona legalmente?

    Será que a proponente está se importando com as mais de cem famílias sustentadas diretamente pelas ocupações geradas pela Associação? E os Trabalhos indiretos e informais?

    Será que os profissionais do mar vão cair, novamente, naquele velho conto (promessa de serem aproveitados profissionalmente), como ocorreu com os empregados do sistema ferry-boat, os quais foram obrigados a optarem pela “demissão voluntária”?

    Será que o Governador Wagner e o Secretário de Estado do Turismo Leonelli já se esqueceram do que disseram no início da Gestão (vide atas do Fórum Estadual de Turismo): que defendem o processo concessório legal (através de licitação) para a referida linha marítima, mas com prioridade para os proprietários de lanchas que exploram a linha Mar Grande-Salvador há dezenas de anos?

    Caro leitor, suas idéias são essenciais nesse processo.

    Um Forte Abraço
    ZÉU BARBOSA

  27. Jorge Carvalho 4 years ago

    Nosso grande escritor João Ubaldo Ribeiro está bastante Indignado c/ essa
    idéia da Ponte! Chegou a protestar no Jornal A Tarde! Eu creio que, sendo bem
    discutido esse projeto, entre as diversas instâncias da nossa Sociedade, pode
    ser útil pra nossa bela Ilha de Itaparica! Porque do jeito que está, não pode continuar!

  28. carlos tadeu kirnen 4 years ago

    Vcs são otários. Não conseguem, após 10 anos, concluir a construção de um simples metrô de superfície com apenas 6 km e sonham com ponte SSA-Itaparica até 2014.
    Eles vão é roubar muito diheiro público de otários como vcs, defensores da tal ideia.

  29. carlos tadeu kirnen 4 years ago

    Quem vai lucar com esta construção de ponte SSA-Itaparica é Cesar Mata Pires da OAS, que financiou parte da campanha eleitoral de Jaques Wagner, o sacritão de Lula. ka ka ka

  30. Magno 4 years ago

    Olá, penso que por um lado, existem adiminstrações a serem executadas para melhorar a questão exposta José Says, que têm responsáveis diretos como a Prefeitura local, ou o proprio governo do estado, mais existe um outro lado – o de Salvador, milhares de pessoas querem ir a Ilha, o transito aqui é absurdo em tempos de feriadão, um transporte arcaico para nossa atualidade, teremos aqui no Brasil um copa do mundo e um olimpiada, tá na hora de melhorarmos para atender a demanda que teremos com turismo, mudanças ocorrem para melhorar precisamos é ter administrações acertadas para continuarmos tento sosego nas nossas cidades independente da movimentação de turistas, que aquece a economia local. Vai ser bom para Salvador, para Itaparica e região e pro nosso Estado. Um abraço!

  31. Gagau Farias 4 years ago

    Depois da quantidade de jatinhos que notei voarem o céu de Salvador, ontem, 12/01, pude observar que esta ilha já tem dono certo ! As empresas que ganharem a licitacão – alguns até já imaginam quais serão, mais uma vez fugirão aos olhos do poder público e algumas moedas a mais em seus cofrinhos não irá fazer mal algum aos seus sócios corregilionários. Afinal, “eu luto capoeira e golpe
    baixo não vale” ( sic ).

  32. Murilo 4 years ago

    uMA IDEiA MuITo P q O TuRISmO EStA KRESEnDu E ESSES FerRY BOAT Ki NAO DAo CONTA A PoNTE SER`A UmA BoA iDEiA GOStei Muito So EspERo KI reAlMETI FiKi ProNTA.

  33. EDSON 4 years ago

    ESSE CIDADÃO CHAMADO JOSÉ ACHO QUE ELE VIVE EM OUTRA ILHA DE FAZ DE CONTA, PORQUE PARAISO CHAMADO ILHA DE ITAPARICA (SUJEIRA, VIOLENCIA, FALTA DE ESGOTO, FALTA DE CALÇAMENTOS DAS RUAS) NÃO EXISTE A MUITO TEMPO E A MAIORIA QUE LA RELMENTE MORAM, ESTÃO LÁ POR QUE NÃO TEM JEITO. A PONTE NÃO VAI DESTRUIR MAIS DO QUE JÁ ESTÁ DESTRUÍDO AO CONTRÁRIO TRARÁ MAIS DIGNIDADE AQUELAS QUE LA MORAM. A CONSTRUÇÃO É CORRIGIR UM ERRO DE SEU ACM DE MAIS OU MENOS 30 ANOS.

  34. OSMARIO RIOS 4 years ago

    Com certeza esta ponte irá desenvolver o Estado num todo, principalmente aquela parte do estado que se encontra do outro lado da Capital, parte do recôncavo, baixo sul e sul, estes estariam a uma distância mais curta da capital baiana cerca de 150 Km a menos, Salvador teria outra saída para estes pontos e teria também um encurtamento de distância até para os estados do Sudeste, além da Bahia-Brasília que também ficará mais curta, haverá desenvolvimento regional proporcionando emprego renda e inclusão social daquela parte, por se encontrar atualmente meio isolada naquele canto da Bahia.

    Grato!

  35. Ajuricaba 4 years ago

    Concordo plenamente com o ultimo comentário, a ilha ja é decadente a muitos anos.

  36. FERNANDO OLIVEIRA 4 years ago

    A ILHA JÁ FOI DESTRUIDA GRAÇAS AO SISTEMA FERRY BOAT! SÓ UMA PONTE LIGANDO SALVADOR A ITAPARICA MELHORARIA O O TOTAL ESTADO DE DECADÊNCIA EM QUE A ILHA SE ENCONTRA.

  37. José 5 years ago

    eu entendo a boa intenção das pessoas que
    querem uma ponte entre Salvador e Itaparica mas
    penso que uma obra dessas vai destruir definitivamente
    a ilha como lugar de moradia para seus habitantes e
    destruir o paraíso que é hoje para os turistas.
    Uma ponte vai tornar a ilha um lugar de passagem e
    de turismo já não diria predador mas devastador.
    Muita gente que tem empreendimentos honestos voltados
    ao turismo e que imaginam que uma ponte vai melhorar
    os seus negócios e as suas vidas, vão apenas vivenciar,
    se ela vier a ser destruida, a ruína de seus negócios.
    Itaparica já não tem estrutura para suportar a situaçao
    atual imagine uma ponte que em 10 minutos levaria
    milhares de pessoas sem compromissos com a sua
    sustentabilidade chegando todo fim de semana.
    Seria o fim da ilha, com o que ela hoje tem de ruim
    (que pode ser solucionado se houver consciência e vontade
    política) e de bom (que não poderá ser recuperado depois
    de ser destruído). Imaginem a crise que alguns povoados passam
    já hoje no Ano Novo e no Carnaval e pensem que isso vai se repetir
    a todo fim de semana. Lembrem-se do que aconteceu com Dias D´Avila,
    se é que alguém ainda se lembra.
    Uma obra como essa acabará com a vida de quem mora ali e com
    o paraíso que é para as pessoas que hoje a visitam.
    A Ilha, seus moradores e seus visitantes não precisam dessa obra,
    não quer se tornar apenas um lugar de passagem para caminhões de carga,
    e turismo predatório.

  38. Marcia Ruckstuhl 5 years ago

    Uma ponte ligando Itaparica a Salvador pode ser uma boa iniciativa. Porém deve ser estudada com muito cuidado, começando pela localização (o desenho mostrado na reportagem empunhado pelo governador assusta !!!). Há que se tomar muito cuidado igualmente com o impacto ambiental e humano que tal ligação acarretaria para a Ilha de Itaparica. O estado atual de abandono e de terra-sem-lei já está causando danos irreversíveis, como invasões de terrenos e orla, construções desordenadas, entulho e lixo por todos os lados, falta de segurança, bares e restaurantes sem alvarás de funcionamento e controle sanitário. Imaginem então com uma ponte e a Ilha ao deus dará !!!!

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